Todos nós sabemos como é incomodo estar ao lado de uma pessoa
com cheiro desagradável, com hálito ruim, ou com roupas sujas. Existe ainda uma cultura em alguns lugares no
Brasil de que a higiene pessoal não é algo tão importante. Mas esse é um grave
erro. Muitas pessoas perdem grandes oportunidades de emprego (ou ascensão na
carreira) justamente por não apresentarem uma postura que seja alinhada com o
cargo que desejam ocupar.
Pneumonia, otite, dor de garganta, asma, sinusite, sarampo,
varicela, impetigo, eczema, sarna, micose, furúnculo, abscesso e conjuntivite.
Você sabe o que essas doenças têm em comum? Todas elas podem ser evitadas por
meio de uma boa higiene pessoal. Cultivar hábitos de limpeza do corpo é
essencial para garantir a saúde de todo o organismo, contra os estímulos
externos, com destaque para o ataque de micro-organismos. E é justamente a
nossa incapacidade de percepção às investidas desses seres que dá à higiene um
papel fundamental para o bem-estar do corpo.
“A higiene pessoal previne a
ocorrência de doenças infecciosas. Por exemplo, alguém que lava as mãos antes
de se alimentar diminui o risco de contrair vermes, protozoários, bactérias e
vírus que causam diarreia, gripe ou resfriado”, fala Fernando Bellissimo
Rodrigues, médico infectologista e professor do departamento de Medicina Social
da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP).
É muito difícil, para quem não tem higiene pessoal, ouvir a
crítica sobre esse assunto e entende-la de forma construtiva. Por isso o mais
comum é que a pessoa seja condenada ao ostracismo profissional e pessoal. Sem
que ninguém a alerte positivamente sobre o assunto. Mas este é mais um tema que
deve ser abordado em treinamentos (de forma transversal) e pode ser resolvido
positivamente em qualquer profissional.
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